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Não há BARREIRAS que impeçam o desejo de VENCER!!! PARABÉNS LUCI!!!

Meu nome é Luci Lumiko Tani Icuma, tenho mais de 40 anos, sou mãe concurseira com orgulho! Estudo em biblioteca. Sou um ponto fora da curva do perfil dos concurseiros, não é mesmo? Contudo, meu nome saiu no DOU! Eu estava tentando desde o outro ATA/MF, 2009.

Com meu depoimento, gostaria de dar um ânimo a quem estiver nesta caminhada, “matando um leão a cada dia” para continuar os estudos, não sou melhor do que ninguém. Acredite que você vai conseguir! “O que importa não é o destino, mas a caminhada!”.

Vou contar um pouco da minha vida para mostrar que se você fizer sua parte, Deus permite que seu sonho se realize; e se não se realizar, existem outros, nunca é tarde para recomeçar…

Nasci no interior de SP, num sítio, terceira filha em 5. Todos trabalhávamos na roça e andávamos 6km para ir à escola, com exceção do mais novo, com paralisia cerebral. Eu cuidava dele. Sempre estudei em escolas públicas. Nem preciso dizer que não tínhamos recursos para ir à faculdade.

Meu primeiro concurso foi de bolsa de estudos em Processamento de Dados noturno, foi assim que uma caipira da roça, que queria ser bióloga e mergulhadora, interessou-se por computadores.

Mudei para a capital com 18 anos e com a ajuda da prima Eunice pude fazer cursinho. Passei em Computação-USP, fui bolsista e monitora, morei no mal afamado CRUSP (porém, repleto de gente estudiosa, do Bem!) e foi o bandejão que me nutriu por 4 anos, além do sonho de poder ajudar minha família.

Não foi fácil, eu tinha estudado somente em escolas públicas e com ênfase em Biologia, fui reprovada em várias matérias no primeiro ano. Com a ajuda de um grande amigo, montamos uma estratégia de guerra.  Eu dormia apenas 4 horas por dia, tinha aulas nos 3 períodos em várias faculdades, varava madrugadas estudando os livros que emprestava da biblioteca ou de amigos, perdi 11kg em 1 ano, nem voltava para casa nas férias, eu não tinha dinheiro para os cadernos e usava o verso das folhas de impressão dos meus programas. Deu certo! Quando peguei meu diploma, já estava empregada também, graças ao bom Deus!

No trabalho, sempre tive a impressão de estar atrasada em relação aos meus colegas: 23 anos, começando as aulinhas de Inglês, finalmente podendo pagar o aparelho nos dentes, morando de aluguel, andando de ônibus, mandando dinheiro para os pais….

Trabalhei muito em grandes bancos privados, contudo, não fiquei rica e meu irmão teve alta celestial aos 29 anos. Fiz especialização na FGV e imersão nos EUA e Canadá. Comprei meu apartamento junto com aquele que se tornou meu marido. Cheguei a gerente numa empresa de Informática.

Casei, minha filha nasceu e minha vida virou do avesso, vivíamos no pronto-socorro e médicos. Resolvi parar de trabalhar por 2 anos. Que viraram 3, 5, 7, 9…Dei aulas, fui Personal Organizer, fiz uns bicos…

Quem insistiu para que eu prestasse concurso público foi meu cunhado Nelson, servidor em Brasília.

Eu não podia fazer cursinho. Na verdade, até tentei, mas minha filha foi operada e tive de largá-lo. Comecei a ler os livros de ex-concurseiros e depoimentos na internete. Entrei em depressão: “estou velha demais, tenho família, casa (e gatos) para cuidar, sem dinheiro, sem tempo, marido cansado trabalhando sem hora para voltar, minha vida já é espartana e a filha sempre no médico…sem cabeça para estudar…”

Todavia, quis tentar, afinal, eu não tinha nada a perder! Comecei com as matérias das quais mais gosto: Português e Raciocínio Lógico, e aos poucos fui incluindo os ramos do Direito. Todo dia, cuido da casa, da família e dos gatos e saio com 2 mochilas: a da filha e a minha, andamos de metrô até a escola dela e a minha biblioteca. Voltamos, cuido da casa, da família e dos gatos e estudo um pouco mais. Fim de semana? Abastecer a casa, sair com a família, e estudar um pouco. Férias escolares? Estudar com a filha em casa. Sei que eu a sacrifico um pouco, pois antes ela podia trazer as amigas em casa e fazíamos muitas brincadeiras e festas de pijama; eu parei com isso.

No final de 2010 descobri o EVP através de um fórum. Li o artigo do Marcondes, “curso prometido, curso cumprido!”, assisti a 1 aula dele e me tornei Aluna VIP, comecei a entender a danada da Contabilidade! Depois foi o Marcelo Bernardo, Joao Antonio, Rodrigo Rennó, Claudio Borba, Tia Lidi, Malu, Pestana, Barchet, Motta, Rodrigo Martiniano, Arsênia, Hugo, Victor Botão, PH-Thiago-Brunno…desculpe-me se não mencionei alguém … e vários que já partiram para outros projetos.

E o que me animou a prosseguir foi um depoimento aqui mesmo no Eu Já Passei, de alguém na minha faixa de idade, obrigada de coração, Susie Tanure! Hugo Góes também foi exemplar, obrigada!

Deixo aqui meu agradecimento a todos que fazem do EVP uma realidade, eu não conseguiria passar sem ter um material de qualidade a preço baixo, aulas que posso baixar e levar aonde quiser, professores que respondem minhas dúvidas, artigos com dicas e comentários, livros com descontos…uso também a parceria com o Estratégia.

Meus resultados melhoraram a cada concurso, mas nem me lembro quais foram, porque eu faço a prova, vejo o resultado e parto para outra. Antes, eu perdia semanas pensando, refazendo a prova, chorando; agora, descanso 2 dias e volto aos estudos. Não ligo para relação candidato/vaga, eu entrei na USP porque não sabia que era difícil, passei no ATA sem saber. Vi a relação depois, eu só precisava de 1 vaga, não interessava em que posição!

Minha dica é: sonhe, pesquise, planeje, dedique-se, acredite, gerencie os conflitos! Aprenda a fazer planejamento estratégico, conheça suas forças e fraquezas (indico as aulas do Rennó). Leia sobre aprendizagem, experimente, procure o SEU JEITO DE APRENDER. Quando estiver muito complicado ou cansado, pare 1 dia ou troque de assunto. Nos piores dias, encaro as aulas como a louça suja na minha pia: se eu não lavá-la, ninguém o fará por mim, assim não deixo a preguiça me pegar.

Para mim, funcionou: estudar com vontade e bom humor, ler a Bíblia, fazer alongamento com Vivaldi, relaxamento com  Pachebel,  fazer mapas coloridos, pausar a cada 1,5 h para trocar de matéria (andar e respirar!), não controlar as horas líquidas (isso me fazia perder tempo), dormir 7,5h por noite (a idade pesa, sim, fiquei muito doente quando dormia menos) e fazer check-up anual. E, o mais importante: rir muito com minha filha antes de dormir, agradecendo a Deus por ela existir em minha vida!

Tenha paciência. Descubra o seu jeito, dentro de suas possibilidades e não se compare com os outros, compare seus próprios resultados e verá progresso, com certeza!

Minha filha? Continuamos indo a médicos toda semana, mas sem a gravidade de antes, apenas alguns remédios e cuidados. Graças a Deus!

 

Obrigada pela atenção! Fiquem todos com Deus!

Luci Icuma

Luci Icuma e Filha

 

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Apenas acredite em você!

Oi, meu nome é Rodrigo C. dos Anjos, tenho 33 anos, estou cursando Sitemas de Informação e sou do Rio de Janeiro (capital).

Bom, o meu interesse por concursos públicos começou há quatorze anos atrás (1998) após me apresentar às forças armadas.

Nessa época, o meu sonho era seguir carreira militar, mas pela remuneração e benefícios, achei melhor migrar para a área civil. Foi um período meio conturbado, ja que estava de mudança e precisaria de um emprego urgente. Seria o primeiro passo antes de pensar em algum concurso.

Em 2002, recém empregado, surgiu a medida provisória que criaria a guarda federal. Achava que era a minha grande chance pela quantidade de vagas ofertadas (6 mil). Um grande equívoco!

Foi um concurso que não saiu do papel, pois a MP foi barrada pela câmara após a eleição do Lula. Foi trágico e frustrante. rs

Após dois anos, fiz o concurso do TJ-RJ, mas por não ter estudado o suficiente, fiquei distante da aprovação. É aquele período em que você vai caminhando lentamente sem muita determinação. Isso é um mal para quem deseja mudanças.

Até que fiquei três anos sem pensar em concursos. Foi uma decisão infeliz, mas temporária. Comecei a trabalhar em uma escala de 12h/36h. Trabalhava em uma casa de show localizada na Barra da Tijuca (RJ). Praticamente estacionei a minha vida ali durante este tempo.

Essa escala até que poderia me favorecer, mas o maior problema foi o banco de horas em dias de folga e as horas extras que seguiam madrugada a dentro.

Ao final de 2007, tentei uma transferência para melhorar o meu horário e também para evitar uma possível demissão, já que previam um corte no quadro de funcionários. Mas não adiantou. Fui demitido.

Assim que recebi os meus direitos, eu decidi que seria um bom momento para mudar de vida e deixar de vez a inciativa privada.

Então investi o dinheiro e comecei a estudar, mas sem focar em um seleção específica. Mas eu achava que faltava algo além dos materiais, um preparatório talvez. Foi aí que ouvi falar do EVP.

A partir desse momento percebi que meu desempenho melhorou. Fiz o concurso do MPU em 2010 para o Estado da Bahia. Apesar de ter feito 87 pontos, estava confiante que a aprovação era questão de tempo.

Em 2011 persisti no concurso da UniRio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro). A prova era composta de setenta questões, sendo: (10) de informática, (20) da lei 8112/90, (20) da lei 8666/93 e (20) de português.

Consegui fechar a prova de informática, a do Estatuto do servidor e acertar as 19 questões da lei 8666/93, porém, fui eliminado. rs Cometi um grande erro por deixar português para a última hora, perdendo 10 questões dessa disciplina.

Após isso (muita gente deve se lembrar) houve, em 2011, um jejum, pois a Dilma anunciara um corte no orçamento.

Mas já no final do ano, surgiram previsões de vários concursos, e com isso, muita indecisão sobre qual eu faria.

Decidi pelo TRF(RJ-ES) e pela UFRJ, essa última com apenas 3 vagas e com uma concorrência de 253 candidatos (84 por vaga). Optei por deixar de lado aquela ideia de escolher o cargo conforme a sua oferta. Graças a Deus obtive um bom resultado, alcançando o segundo lugar. Hoje, compartilho momentos bons e difíceis que antecederam a aprovação com aqueles que também tiveram suas dificuldades.

Agora, com qualidade de vida e tempo suficiente, se Deus quiser e com a ajuda do Eu Vou Passar, buscarei com mais tranquilidade outros sonhos.

Agradeço muito a Deus, a minha família e ao EVP por este primeiro passo.

Desejo a todos muito sucesso e que não desistam dos seus objetivos. Persistam sempre.

 

Um abraço a toda equipe do EVP.

 

 

 

Rodrigo dos Anjos   "O mundo pertence aos otimistas. Os pessimistas são meros espectadores".   [General Eisenhower]“O mundo pertence aos otimistas. Os pessimistas são meros espectadores”.

 

[General Eisenhower]

 

 

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PRIMEIRO LUGAR NO TCE-PA É DO EVP!!!

Eis me aqui, me chamo Persistência!

Meu nome é Ercilio Marinho T. Filho, conhecido como Ercilinho, no fórum dos concurseiros (FC), tenho 28 anos, formado em Ciências Contábeis e moro em Belém do Pará. Vim compartilhar um pouco desta longa, sacrificante e prazerosa caminhada de concurseiro.

O início de tudo.

Tudo começou no final da faculdade, quando pensei em prestar concurso público. Após a formação, decidi, com o apoio dos meus pais e sabendo das dificuldades financeiras que encontramos iniciar uma nova jornada, sem volta, na seara dos concursos e, a partir do início de 2007, comecei um planejamento (a idealizar um sonho) para ingressar no serviço público, especialmente na Receita Federal.

As dificuldades farão parte de uma caminhada vitoriosa. Saiba enfrentá-las!

Os anos de 2007 e 2008 foram os mais difíceis na caminhada de concurseiro, pois, além de buscar a disciplina e a concentração ideal, bem como terminar a especialização no 2° semestre de 2008, eu não possuía, nesses anos, os recursos necessários para investir em livros, como por exemplo, 1 teoria + 1 exercício, e nem nos cursos telepresenciais, já que na minha mãe era a única que sustentava a casa no momento. Neste período, estudei as disciplinas de Português, Informática, Contabilidade Geral e os Direitos Constitucional, Administrativo e Tributário com apenas um livro de teoria de cada matéria, sem ter nenhum professor ao lado para orientar, ou seja, estas disciplinas aprendi sozinho. Sem dúvida, não foi fácil aprender sem orientação, mas era a única forma de dar continuidade aos estudos e ao tão sonhado cargo público, mesmo sabendo que poderia demorar um pouquinho até a aprovação. Eu estava decidido!

Sabe colegas, diante tantos obstáculos, eu perdi a conta de quantas vezes pensei em desistir, quantas vezes chorei por não ter os materiais que eram necessários, quantas vezes ora a Deus pedindo força, quantas vezes…contudo, sempre pensava nos benefícios que iriam alcançar no futuro (estabilidade financeira, bom salário, investir na família presente e futura e ainda ser um investidor na obra de Deus) e, desde o começo, de fato, eu já enxergava a mão do Pai suprindo as minhas necessidades e me sustentado para superar os obstáculos do presente e do por vir, pois, como afirma, em Salmos 66:19: “Mas, na verdade, Deus me ouviu, atendeu à voz da minha oração.”

Em 2009, começamos a enxergar os milagres de Deus na nossa família ao abençoar com o aumento da aposentadoria da minha mãe, a Carol – minha irmã – prestou seu 1° concurso federal é passou de primeira, além de ter conhecido pessoas maravilhosas que me auxiliaram com incentivo e também disponibilizaram vários materiais, fora a oportunidade única de conhecer e ser assinante, desde o dia 05/12/2010, do Eu Vou Passar. Que alegria, hein?!

Agora, você já pensou se eu tivesse desistido em meio às dificuldades?! Com certeza, se desistisse, eu não estaria escrevendo a você, caro leitor, a minha história de superação. Então, a partir de hoje, decida a escrever a sua!

As primeiras colheitas demonstram a direção que trilhamos.

No ano de 2008, consegui a minha primeira classificação no concurso da SEDUC (Contador), fiz o mínimo para classificar e fiquei em 147° lugar (último lugar…Glória a Deus) e isso foi motivo de muita alegria…mas muita alegria, pois estava tendo discernimento que trilhava pelo caminho certo. E no mesmo ano, consegui um 3° lugar na PRODEPA (Processamento de Dados do Estado do Pará), sendo que fiquei empatado com os dois primeiros colocados. Advinha, qual foi o último critério de desempate? Isso mesmo: a idade. E, assim, fiquei em terceiro.rsrsrs.

Em 2010, consegui me classificar no TCM em 61° lugar ACE (40 vagas) e ainda fiz o concurso da DPU conseguindo o 4° lugar – Contador (uma vaga) e, no ano de 2011, consegui ficar em 3° lugar (Auditor) e 4° lugar (Técnico em Contabilidade) na INFRAERO, ambos os cargos eram para cadastro de reserva (CR).

No início do ano de 2012, fiz o concurso para Auditor Fiscal Municipal (Pref. de Ananindeua – PA) e alcancei o 23° lugar (20 vagas), mas foi dolorido ficar fora das vagas, devido ter cometido um descuido no cartão resposta (só porque coloquei um “pontinho” numa das assertivas e, assim, anularam a questão). E ainda passei em 3° lugar (duas vagas) no IPAMB e 4° lugar (CR) na FUNPAPA, ambos concorri para o cargo de Contador. Portanto, em questão de bater na trava, eu já estava profissional. rsrsrsr.

A grande batalha!

Em novembro de 2011, comecei a participar de um grupo voltado para os Tribunais de Contas (especialmente TCE/PA) e, assim, por um tempo, deixei de lado o estudo para Receita Federal.

Quando saiu o edital para Analista do TCE/PA, no final de maio de 2012, fiz minha inscrição no concurso e fui estudar com toda garra. Após a divulgação da concorrência (1483 inscritos para 9 vagas), confesso que fiquei espantado com o número de inscritos e também um pouco desanimado, todavia sempre acreditava que tinha chegado a minha hora e DEUS já havia reservado uma vaga para mim.

Neste tempo pós-edital, de aproximadamente 2 meses antes da prova, eu estava ciente de que a minha aprovação iria depender do planejamento, da disciplina e do foco (sigla PDF) e tinha convicção do preço que deveria ser pago para alcançar um bom resultado no TCE/PA e, diante isso, eu li todo o MCASP (parte I, IV e V) e alguns CPC, fiz os resumos dos assuntos mais pertinentes do MCASP, treinei mais de 30 redações e resolvi quase 3.000 mil questões. Sem dúvida, foi um tempo desgastante, entretanto muito produtivo.

Já há duas semanas antes da prova, planejei como iria fazê-la, revisei os tópicos mais importantes, dediquei um tempo de concentração total (tipo para uma final de Copa do Mundo), pratiquei atividade física (corrida) e fiquei mais tempo com minha família.

No momento da realização da prova, eu tinha em mãos uma prova com 80 questões de múltipla escolha + 2 discursivas (mínimo 10 e máximo de 15 linhas) para responder em 5 horas. No decorrer da resolução dela, após a aproximadamente 1hora e 30 minutos, faltou luz no local e, por causa disso, quase me deu um “treco”, pois tinha a clareza da dificuldade da prova e que seria bastante cansativa, e não queria que fosse anulada. Por quê? Porque o nível da prova iria nivelar pra cima. Quando estava sem luz, ainda com a pouca claridade que refletia da janela, mudei a estratégia da prova e comecei a fazer as duas questões discursivas…e creio que isso fez com que eu permanece na briga pelas vagas, devido alguns cansaram a visão resolvendo a prova objetiva ou ficaram esperando a luz voltar ou só fizeram a discursiva no final quando já estavam cansados. Afinal, foram cerca de 5h e 50 minutos de prova e, após sair da sala, estava uma dor de cabeça absurda, no entanto valeu a pena todo esforço e a nova estratégia adotada.

Logo que saiu o resultado final, eu fiquei em “estado de choque”- na frente do computador – quando vi minha colocação, enquanto que a minha mãe, ao saber do resultado, começou a chorar e a louvar a Deus pela vitória alcançada. Bom, fui abençoado por Deus com o 1° lugar (ACE – Contador) do TCE/PA e, após longos 6 anos de HBC, puder perceber que o tempo de estudo, de privações, de dor, de tristeza e de dificuldade não foram maiores que alegria sentida naquele momento. Pude visualizar que a sementinha plantada no início, deram seus frutos e, assim, como diz a palavra de Deus: ”O Senhor fará de vocês a cabeça das nações, e não a cauda”.

Agora, depois da aprovação no TCE/PA e a nomeação prevista para final de outubro, ainda não sei qual a vontade de Deus para minha vida, todavia, como um grande mestre diz: “tudo se inicia com oração”. Então, estarei em busca da boa, perfeita e agradável vontade de Deus, seja continuando os estudos para Área Fiscal ou não (AFRFB ou ICMS) ou “encerrando” a carreira de concurseiro. Que seja feita à vontade do Senhor!

Honre quem é digno de honra!

Digo que o EU VOU PASSAR é uma família sonhadora que nos motiva a superar todos os obstáculos existentes nesta caminhada. Eu espero que vocês continuem a ser uma fonte de inspiração, uma fábrica de sonhos, para muitos que não possuem condições financeiras em arcar com os estudos. Este, sim, é um curso referencial que visa à disseminação da educação. Glória a Deus pela vida de todos que fazem parte deste trabalho maravilhoso!

A vocês, colegas do EU VOU PASSAR, grandes guerreiros que, como eu (e é claro já bem empregado…hehehehe), ainda continuam nesta árdua e dolorida caminhada, jamais esqueçam de DEUS (seu filho Jesus), pois Ele foi o meu conforto e sustento nos momentos de aflição…e, fica a dica, sempre dê o seu máximo na preparação, pois a sua nota, em geral, é consequência de uma boa preparação. Tenha sempre em mente: “não passar em concurso é normal, O ANORMAL É PASSAR. Reprovações poderão ser muitas, mas lembre-se: você só precisa de uma boa aprovação!” (Alexandre Meirelles).

E também agradeço a todos que investiram em mim, aos colegas do FC (sandro maranhão, rodrigouaua e outros) a minha família (meus pais e irmãos) pelo apoio incondicional, a Rede de Jovens e Adolescentes Radicais da Última Geração – RUG (IEQ Pedreira) – pelos princípios e os valores ensinados da palavra de Deus, aos professores do EU VOU PASSAR que sonham junto com o João Antônio neste projeto tão inovador e, principalmente, aquele que me deu o fôlego de vida e de ter a oportunidade em expressar todo o meu amor e o quanto sou grato por tudo que Ele tem feito. Obrigado, Jesus!

SOMENTE DEUS é digno de toda a honra e glória, pois a minha vitória foi Ele que me concedeu!!

 

Que Deus abençoe sua caminhada!

Ercilio Marinho (Ercilinho).

 

PRIMEIRO LUGAR NO TCE/PA


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FOCO: O SEGREDO DO SUCESSO.

Oi, meu nome é Diego M. Muniz, tenho 22 anos, formado em Tecnologia da Informação e moro no Rio de Janeiro.
Bom, muitas pessoas têm pavor de concursos públicos. Eu cheguei à tese de que muitas delas baseiam a inteligência que possuem pelo desempenho que elas tiveram na época de colégio. Se eu fosse me basear pelo aluno que fui em tempos de colégio, eu nunca teria começado a ler um livro voltado para concursos públicos. Nunca fui bom aluno e jamais gostei de estudar. Talvez porque as matérias do colégio nunca me interessaram. Química III, Matemática 7, 8, 9. Para quê isso?
A sociedade evoluiu e as escolas não. Onde estão as matérias de Tecnologia, Empreendedorismo, Direito Constitucional para as crianças poderem saber quais são seus direitos e, quando crescerem, os defender?  Os jovens começam a aprender Empreendedorismo com 20 anos de idade, quando a motivação não é mais a mesma e a capacidade de criação é menor do que na infância. Por que não ensinar Robótica nas escolas? As crianças são mais inteligentes e criativas do que os adultos – isso é indiscutível. Imagina se jogador de futebol começasse a aprender a jogar bola só com 20 anos e não com 3? Enfim…
No meu ano de vestibular, lembro-me de que fui perguntado por um amigo: “Por que você não vai fazer o ENEM?” Lembro a resposta como se fosse ontem: “Vou guardar o dinheiro da inscrição para sair”. Parecia que meu destino já estava traçado, e não tinha nada a ver com o setor privado.
Ao longo dos estudos para concursos eu também encontrei a definição da palavra “foco”. Essa palavra tão deturpada por muitos e utilizada escancaradamente por todos.
Foco é você estar em uma mesa de bar com os amigos e começar a falar “daquilo”. É você estar parado no sinal e não perceber que o sinal abriu, pois estava pensando “naquilo”. Ah, foco, isso sim é foco…
A pergunta que lhes faço é: “Por que estudar para Concursos Públicos?”
Se até o Steve Jobs foi demitido da PRÓPRIA empresa, quem somos nós para não sermos um dia? Foi o que aconteceu comigo. Certo dia fui mandado embora de onde trabalhava por um motivo fútil e sem direito a contraditório e ampla defesa, hehe…
Mas Deus escreve certos por linhas tortas (acho que é assim o ditado).
Na época da demissão, eu tinha 20 anos e faltava um período para eu me formar. A tradição é as pessoas se formarem e tentar alguma coisa em sua área. Muitos conseguem um emprego, todavia, com os fatores insatisfascientes que o setor privado sempre ofereceu, as pessoas se “ferram” e se “ferram”, e, só depois que começam a estudar para concursos públicos. No meu caso, eu já sabia que ia me “ferrar” antes de me formar. Lembro que eu ia para faculdade e sentava lá atrás para ler meus livros de concursos públicos. Mesmo assim, consegui lograr êxito em todas as matérias da faculdade. Com o dinheiro da minha rescisão (que não foi pouco), consegui terminar de pagar a minha universidade e “torrei” tudo em livros para concursos e cursinhos.
Foi um ano e onze meses de muitos estudos e abdicações. Eu vi que aquele era o momento, pois meus pais estavam (e ainda estão) vivos e com muita saúde, logo eu não teria preocupações e podia contar com o apoio deles.
O caminho das pedras que posso lhes dar é: sempre procure estudar por livros, não tenha medo de gastar dinheiro com eles, pois com um mês de salário no funcionalismo público você já pagará todas as despesas que teve e ainda sobrará. Com livros fica mais fácil a mentalização e ele sempre cobre tudo o que você precisa e não te deixa com dúvidas, por conseguinte, você não perde tempo tendo que se esforçar procurando sobre o que não entendeu em um outro lugar. E tempo em concurso não é dinheiro, é posição na classificação – rs. As únicas apostilas pelas quais estudei na reta final foram do Estratégia Concursos. São aulas em PDF de altíssima qualidade e feitas por professores gabaritados do Brasil.
Não pressuponha que você saiba a matéria apenas porque as leu; se isso fosse verdade, eu seria o melhor jogador de futebol do mundo. Resolva muitas questões diariamente.
Quanto ao Euvoupassar eu sempre disse que era um site revolucionário.
Muitas pessoas ficam com receio de se cadastrar nele por achar que por ser on-line não é tão bom. Azar dessas pessoas, pois foi com o Euvoupassar que meu aproveitamento em matérias como: português, contabilidade, economia e RLM aumentou insofismavelmente nas questões. O EVP se diferencia dos cursos presenciais porque enquanto os cursos duram de 3 a 4 meses, no EVP, se você assistir com VONTADE, o que demoraria 4 meses para você aprender em um curso presencial, você vai aprender em 20 a 30 dias, pois você pode assistir às aulas a qualquer momento. Outra dica que lhes dou é: se a sua prova for no domingo, nunca estude na sexta e sábado. Uma coisa é certa: se você não aprendeu durante esse tempo todo de estudos, não aprenderá em dois dias. Além disso, não fique preocupado por achar que vai esquecer o que estudou se não revisar sexta e sábado. ISSO NÃO EXISTE! A nossa mente é como o nosso corpo. Ou você já viu jogador de futebol correr 15km nos dois dias que antecedem uma partida decisiva? Com a nossa mente é a mesma coisa, ela precisa descansar para aguentar as cinco horas de prova. Desse modo, também aconselho a ir beber água uma vez durante a prova para poder lembrar de questões que só nos lembramos quando saímos do exame ou quando chegamos a nossa casa. Essa “saidinha” da prova é essencial para algumas respostas virem à tona e retirarmos das costas o clima pesado que se encontra na sala.
Quero aproveitar e agradecer aos seguintes professores: Fernando Pestana, Daniela Tonholli, Marcelo Bernardo e PH, pessoas as quais pertubei muito durante essa jornada e elas sempre foram extremamente breves e muito atenciosas em todas as minhas dúvidas.
Provas que prestei:
Pois bem, meu foco era Agente de Polícia Federal. No decorrer deste período, fiz um concurso para o IBGE, em 2011, somente para ver se eu estava estudando direitinho. Era um concurso pequeno e com aproximadamente 13 mil inscritos. Fiquei em 12º Lugar.
Vi que estava no caminho certo.
No dia em que saiu o edital para Agente da PF (2012), eu estava com 22 anos, e o edital da Polícia Civil do RJ também já tinha saído. Então pensei: “Sacanagem, os dois ao mesmo tempo, e agora?”. Apesar de as matérias serem “parecidas”, eram “diferentes”. Mas concurso é assim mesmo. Continuei focado em Agente da PF e fui para a prova da PC com o que eu já havida estudado.
Na prova de Agente da PF, saiu o número de inscritos e foram 108 mil. Não estava nem um pouco preocupado com isso, pois, no decorrer dos estudos, eu sempre mantive o psicológico em dia e sempre soube que só dependia de mim.
No dia do resultado, vi que havia ficado em 511º Lugar na prova Objetiva. No entanto, eu tinha sido eliminado na redação por fuga do tema. Fiquei sem dormir uma semana pensando se o que tinha acontecido era verdade.
Já na Polícia Civil foram 1200 vagas para 25 mil candidatos. Consegui ficar em 737º para Agente (Inspetor). Ainda que não fosse uma boa colocação, fiquei satisfeito, pois não estava focado nela.
Passados dois meses eu refleti em tudo isso e vi que talvez não fosse para ser mesmo, pois acredito muito em destino. Se eu passasse para a PF teria que ficar 3, 4, 5 anos na fronteira em condições precárias e com saudades da família e amigos.
Desse modo, tudo que aconteceu foi de grande valia, porquanto eu já não pretendo mais prestar para a PF, pois agora vou cursar Direito e meu próximo passo será a prova de Delegado.
Se vou conseguir? A única certeza que tenho é: SIM!
Minha motivação que deixo para os que querem mudar de vida:
Durante todos esses meses de estudos, eu acordava e ia estudar com a letra daquela famosa música: “Hoje eu desafio o mundo sem sair da minha casa.” Foram meses de “namoro” com muitos livros.
Não lute para trabalhar naquela empresa, lute para ser presidente dela. Esqueça as regras, faça suas regras! Se o mundo gira para um lado, gire-o para o outro. Esqueça as festas, pagodes, praia. Essas coisas foram feitas para tirar o seu foco; sem elas, “quase todos” seriam focados. Enquanto você sai para se divertir, existe um outro tomando o seu lugar ao sol, e, quando você vir, o sol poderá não estar mais brilhando para você.
Você pode até colher o que há de melhor da vida no momento, mas não se esqueça de que a vida é um “trade off”; o que está usufruindo de bom hoje, vai colher de pior depois. Desse modo, inverta, colha tudo o que for de pior agora, e, depois, ah depois… Você vai saber…
O certo é que a ficha um dia cai para todos. Para uns mais cedo, para outros mais tarde, para alguns só cai quando chega aos 50 anos, e outros morrem sem tê-la caído.
Uma outra certeza é a de que ela vai cair ou em um momento inoportuno da vida, ou em um momento confortável – onde você não precisará se preocupar com pessoas queridas doentes ou outros imprevistos. Espero que o de todos que me leem seja em um momento bom; espero que seja agora!
ACREDITE, VOCÊ É CAPAZ!

Diego Muniz (novo membro do EU JÁ PASSEI) ;-)

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PARTICIPEM DO EU JÁ PASSEI!!

Pessoal,

Explicando mais uma vez o que é a coluna.

Como o próprio nome denuncia este é o espaço destinado aquelas pessoas que, com a ajuda do EUVOUPASSAR, conseguiram o seu lugarzinho ao sol ou seja a tão sonhada vaga no serviço público.

Estamos atrás de histórias de vida, de luta e superação que sirvam de exemplo para todos os concurseiros que ainda estão na batalha. Portanto se você já conseguiu alcançar o objetivo, contando com a ajuda do EUVOUPASSAR, basta redigir a sua história e mandar um e-mail pra mim: MARIOOLIVEIRA@EUVOUPASSAR.COM.BR

P.S
Além do texto também precisaremos de uma foto do participante para colocarmos junto ao texto.
Caso tenha dificuldades para contar a sua historia estou enviando algumas perguntas que podem nortear o seu texto:
Gostaria de saber seu nome completo, idade, local onde nasceu e onde atualmente reside além da formação acadêmica e profissão?

Há quanto tempo você estava na batalha em concursos públicos?

Como e quando surgiu a idéia de virar servidor público?

Você deve ter passado por várias dificuldades quais foram elas??

Além deste concurso que você passou, quantos outros você prestou ? Como você se sentiu

Quando bateu na trave em outros concursos?

Qual a importância do EVP na sua conquista?

Agora que passou quais os planos para o futuro?

Neste concurso que você passou com quantas pessoas você concorreu?Lembra da relação candidato/vaga? Quando ele aconteceu?

Mário Oliveira – Assessor de Comunicação do EVP

Abs a Todos.

 

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Ele tinha um objetivo, acreditou e CONSEGUIU!!

Quando recebi o convite dos amigos do EVP para “contar a minha história até a aprovação” no cargo de Analista Judiciário do TJDFT pensei em como eu poderia ser útil às pessoas que estão iniciando sua preparação para concursos. O cargo para o qual fui nomeado na última sexta-feira (18/05/2012) foi o de Analista Judiciário – Área Administrativa, o “famoso” AJAA. Quem já prestou algum certame para esse cargo sabe bem o que é cair na “vala comum”, pois o cargo exige apenas formação de nível superior, em qualquer área. Isso nos leva a duas consequências: a primeira é que como todos aqueles que não possuem uma formação específica, na qual existam vagas no edital, irá “correr” para esse cargo, aumentando expressivamente a concorrência. A segunda é vantajosa (porém muitas vezes não nos damos conta), porque se esse cargo não existisse muitas pessoas não poderiam ingressar em tribunais no cargo de nível superior, haja vista sua formação não ser contemplada no edital. Eu, por exemplo, sou geógrafo, e só poderia prestar concurso para tribunais se fosse nesse cargo. Sempre conversei com colegas que estavam estudando para AJAA e a descrença era generalizada. Frases como: “Este cargo vai acabar, os tribunais não chamam… Você tem que passar entre os primeiros”, era o que eu mais escutava. Vi vários concurseiros migrarem para outras áreas: Polícia Federal, Agências Reguladoras, Polícia Civil, dentre outras. Para se ter uma ideia, o concurso do TRE-SE acabou de expirar e pra AJAA chamaram apenas um, em quatro anos. Eu havia ficado em 15º lugar, ou seja, longe de ser nomeado. (Eu imagino a decepção do 2º colocado). É por isso que eu sempre digo que concurso é “poupança”, uns rendem bem, outros não. Como não sabemos antecipadamente o “índice” de rendimento dessa aplicação, temos que fazer o máximo de concursos pra tentar ser chamado em pelo menos um deles. (Pelo menos pra AJAA é assim). Diante dessas constatações eu resolvi “perseverar”. Essa é a palavra que resume a minha história em concursos. Foi assim que ocorreu no concurso do TJDFT…

Fui militar concursado da FAB por quase dez anos e um dia resolvi que não queria mais essa vida pra mim. Decidi prestar concursos e sabia que para ingressar em um tribunal enfrentaria uma dura batalha. Mas, resolvi “entregar-me” a esta guerra. Aliás, “entrega” é a segunda palavrinha que acredito ser necessária em concursos públicos. Se você não “entrar de cabeça”, verá, por melhor que você seja, as chances passarem muito perto de você e não conseguirá agarrá-las, por causa de uma, duas questões…

Acredito que essa entrega é necessária porque você deve “respirar” o ar dos concursos. Eu, quando não estava estudando, lia fóruns e blogs sobre concursos e foi lá que vi a existência de um Projeto de Lei (PL) que criava muitas vagas no TJDFT. Era ainda o início da minha preparação, não me sentia tão preparado para enfrentar provas em outros estados, principalmente em Brasília, onde as pessoas começam a se preparar antes dos 18 anos, e antes de fazerem vestibulares fazem concurso público. Mas a chance era muito boa, o PL criava cerca de mil cargos para analista (de todas as áreas, sendo que no final do certame apenas 14 dessas vagas foram pra AJAA) e mais de dois mil para técnico. No mesmo instante entrei na internet para pesquisar o preço das passagens e achei REC/BSB/REC com uma superpromoção. Deus estava naquela hora mandando que eu fizesse esse concurso. Comprei a passagem e fiz a inscrição no concurso (era um dos últimos dias do prazo de inscrição). Fiz as duas provas, técnico e analista, e fui nomeado para técnico antes da renovação do prazo de dois anos. Na época eu já havia saído da FAB, estava no TJPE, como técnico, e não hesitei na mudança. Tomei posse no TJDFT, voltei a Recife, casei e trouxe minha esposa (minha Rocha, minha Fortaleza aqui em BSB e na minha vida). Pouco tempo depois que cheguei a Brasília saiu o MPU 2010, estudei dois meses com afinco para o cargo de AJAA. Consegui uma excelente nota, 121,5 pontos líquidos, em uma prova CESPE de 150 pontos. Quem faz CESPE sabe como isso é difícil. Fiz até os exames médicos, tamanha a confiança no resultado. Foi aí que veio a “bomba”. Deram-me 4,2 na discursiva, quando o mínimo era 5,0. Fiz recurso bastante confiante, pois fui muito elogiado pela qualidade do texto quando procurei professores especialistas para recorrer. Era apenas 0,8 ponto. Mas não deu. E o pior, nos recursos vi gente sair de 0,77 para 7,07, e de 0,88 para 8,08, isso pra mim não era normal. Fui convidado a ingressar com um mandado de segurança, juntamente com outros colegas, mas decidi continuar só estudando. Fiquei a esperar a nomeação para analista no TJDFT, que poderia, ou não, vir. Durante essa espera fui nomeado analista no TJPE, nem pensei em voltar a Recife, sabia que por mais difícil que fosse, minha insistência nos concursos de AJAA iria ser premiada. Assinei o termo de desistência do TJPE e continuei aguardando por aqui. Mas não fiquei só no aguardo, após concluir uma pós-graduação e faltando sete meses para o concurso do TJDFT expirar eu decidi que deveria voltar a fazer outros concursos, pois minha nomeação como analista estava um pouco distante, e tudo, naquele momento, indicava que não sairia mais. Em setembro de 2011 começaram a sair vários TRE´s, e eu não poderia deixa-los passar. “Enfiei a cara nos livros” novamente, sem pena, uma média oito horas diárias, mesmo trabalhando. Naquele momento eu sabia uma coisa: pior do que chegar ao final da validade do TJDFT sem ser nomeado seria não ter mais nenhuma “poupança” para aguardar os rendimentos. Fiz então quase todos esses TRE´s para AJAA, e os resultados foram os seguintes, TRE-CE: 5º lugar e edital com 03 vagas; TRF-2 (Rio de Janeiro): 10º lugar; TRE-SP: 11º lugar e 09 vagas existentes hoje, TRE-PE: 19º lugar; TSE: 35º lugar; e Senado Federal (Técnico Legislativo – Administração): 103º lugar, edital com 20 vagas sendo que há 91 cargos vagos hoje.

Pronto, eu tinha uma “poupança” para aguardar enquanto fazia outros concursos. Foi então que Deus me abençoou mais uma vez. No último dia útil de validade do concurso do TJDFT eu fui nomeado. Precisava de 04 vagas e foram chamados 05 aprovados. Minha perseverança estava premiada!

O que fica de dica é que se deve adotar uma estratégia. A minha, no início, foi rapidamente procurar um bom cursinho presencial em Recife (foi lá onde conheci o João Antônio), o que me foi muito útil, até certo ponto. Digo isso porque acho que você deve conhecer a maneira que te faz mais produtivo nos estudos. De início, aulas presenciais me ajudaram, mas no segundo preparatório que fiz comecei a achar que estava perdendo tempo, passava três horas dentro de uma sala de aula e sentia que só via coisas que eu já sabia. Foi então que conheci o site do EU VOU PASSAR, associei-me desde o início do site, quando as aulas ainda eram de 15 minutos. Baixava tudo o que podia, convertia e andava com as aulas no celular, assistindo-as nas mais inusitadas ocasiões ao longo do dia: ônibus, fila de banco, horário de almoço, sala de espera de consultório médico. Percebi que pra mim esse método era muito bom, pois eu podia assistir à aula sobre determinado assunto por diversas vezes, quando surgisse alguma dúvida. E olhe que eu realmente fiz isso, cheguei a assistir a mesma sequencia de aulas sobre controle de constitucionalidade por mais de cinco vezes. Mas cada um tem seu método. Deve-se conhecer e saber o que é melhor para si. Conheço gente que diz que estuda escutando música, pra mim isso nunca funcionaria. O que eu acho que realmente vale para todos os concurseiros são as duas palavrinhas: “perseverança” e “entrega”, se você não fizer isso, muita gente boa vai fazer, e vai sair na frente. Mas sempre lembrando, entregue sempre sua vida a Deus, ele é quem te dá as oportunidades. Confia n´Ele. Eu confiei e deu certo! Ou vocês acham que ser nomeado no último dia de validade do concurso não é obra d´Ele?

 

Abraço a todos e nunca esmoreçam, concurso é uma soma de conhecimentos diária, prova após prova. Quem para, sai da fila. Quem continua, tem suas chances aumentadas a cada dia. Eu não parei, espero colher muitos frutos ainda. Encerrei minha dura batalha para o cargo de AJAA, mas outros virão. Que venha o Senado, e que não pare por aí!

Alfonso Carlos de Barros

 

 

Alfonso Carlos de Barros Cruz

 

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PLANEJAMENTO + DETERMINAÇÃO = APROVAÇÃO!

E aí galera! Meu nome é Kleber Yoneyama, nasci e moro em Paranavaí-PR. Vim aqui para contar um pouco da minha trajetória. Espero que a minha história possa servir de incentivo a todos os que ainda estão na luta pelo tão sonhado cargo público. Também aproveito o espaço para dar algumas dicas de estudo e mostrar como consegui ser aprovado em 1º lugar em meu primeiro concurso.

Meus pais moram no Japão desde minha infância e durante esse tempo morei com meus tios e minhas irmãs. Sou formado em Engenharia Elétrica, mas nunca exerci a profissão. Decidi optar pelos concursos pela famosa estabilidade no emprego. Foi então que decidi ir para o Japão trabalhar com o objetivo de juntar dinheiro suficiente para poder, posteriormente, me dedicar somente aos estudos. Trabalhei em uma fábrica de alimentos para conveniência. Trabalhava, muitas vezes, 13 horas por dia. Se contar o transporte e o horário de almoço que era cumprido no refeitório, permanecia por mais de 15 horas na fábrica. Dormia somente 5 a 6 horas por dia. Folgava uma vez por semana, chegando a trabalhar até 27 dias em um mês. E assim foi por mais de 4 anos.

Quando retornei, em 2010, estava acabado de estresse e cansaço e não tinha noção nenhuma da maneira correta de estudar. Mas sempre pesquisei muito para saber quais os melhores caminhos a seguir. Tinha conseguido um material bom, morava sozinho, mas não conseguia me dedicar. Sempre fui de festar muito e isso também atrapalhou bastante. Em julho de 2011, depois de um ano enrolando sem estudar quase nada, decidi me matricular em um curso telepresencial para me animar e ter uma ideia de como estudar disciplinas da área de Direito, já que era tudo novo para mim. Nesse curso, fiquei sabendo dos boatos sobre o concurso do INSS que podia sair a qualquer momento e, como tinha gostado da disciplina principal que era Direito Previdenciário, resolvi direcionar meu estudo para ele.

Em outubro, com o fim desse curso, tinha feito apenas uma base e ainda sentia carência em várias disciplinas. Foi então que, por uma indicação de um colega do curso, procurei pelo EuVouPassar. Quando vi a lista dos docentes, muitos já famosos no meio concurseiro, bem como a metodologia usada, percebi que era exatamente o que precisava. Não estava à procura de um pacotão de aulas de todas as disciplinas novamente, mas sim ir direto aos meus pontos mais fracos de cada uma delas. E o EVP permite isso. Escolher o que estudar quando quiser. Passei a intercalar vídeoaulas com estudos por livros. Diferente da maioria, fazia ciclos de estudo de apenas 30 minutos com cada matéria. Tenho um sério problema de concentração. Começo a estudar e de repente estou pensando em outras coisas. O ciclo de tempo reduzido atenuava esse problema e tornava o estudo menos cansativo. Somente Direito Previdenciário e Português que, às vezes, estudava uma hora ou até uma hora e meia seguida. Fazia intervalos de 10, 15 minutos conforme a necessidade para descansar. Estudava com um cronômetro na minha frente e a cada pausa, por menor que fosse, eu o parava. No fim do dia tinha estudado 8, 9, às vezes chegava até 11 horas de estudo líquidas. Nesse período deixei de sair e beber durante a semana. Frequentava academia e corria no fim do dia. No fim de semana o estudo era muito inconstante. Não deixei de sair, nem frequentar baladas e festas. Acho que essa é uma opção particular de cada um, mas considero imprescindível reservar um tempo para o lazer e poder renovar as energias.

Quando vi a concorrência (2548 candidatos para 4 vagas) tive um leve baque, mas para não perder o foco lembrei das palavras do Alexandre Meirelles naquele famoso artigo sobre dicas de estudo que você encontra aí pela internet e que todo concurseiro deveria ler: “95% das pessoas inscritas são meros turistas. Dá uma prova escrita em grego para eles que suas notas serão praticamente as mesmas.” Olhava no espelho e falava para mim mesmo: “Por que não posso ser um dos 4?! É “só” gabaritar que eu vou passar!” Não gabaritei (errei 4), mas a aprovação veio e em 1º lugar para a APS Loanda-PR.

Quero deixar algumas dicas que foram muito importantes na minha aprovação:

Conheça a fundo a banca organizadora do concurso e faça a maior quantidade de exercícios possível. Isso é fundamental! Mas evite fazer exercícios dos assuntos recém-estudados para não ter uma falsa ideia de domínio da matéria. Existem ótimos sites na internet que permitem a resolução de questões online em que é possível separar por disciplina, assunto, banca, etc. Eu ia guardando os exercícios que errava e um bom tempo depois tentava fazer todos eles. E, muitas vezes, errava de novo. Ficava revoltado, mas era assim que identificava onde estavam minhas maiores dificuldades. Simulados também são ótimos. Fiz um na véspera da prova (sim, eu estudei na véspera!) que me ajudou a ter uma base do tempo que poderia gastar com cada questão.

Sempre que possível tenha mais de um material de cada disciplina. Eu disse para ter! Não para estudar! Acho melhor estudar por um único material principal. Porém, às vezes, você pode sentir dificuldade em determinado assunto por uma didática e consultando outra entenda melhor.

Acredite sempre e tire a pressão de si. Nunca vá para a prova pensando que precisa passar. A tranquilidade é crucial nessa hora. Veja o meu caso: era o primeiro concurso que ia fazer e, se não passasse, seria o último do ano porque teria que voltar para o Japão no máximo até abril para renovar meu visto de trabalho. Nem parei para pensar nisso até depois da prova. Claro que a viagem está cancelada. Japão, agora, só como turista.

Mude a sua mentalidade! Estude por querer aprender e não por precisar. Tenha um interesse verdadeiro pela matéria e o aprendizado se tornará prazeroso e não um martírio.

Agora vai a dica principal: galera, esse site EVP é fantástico! Você tem em casa à sua disposição uma equipe de ponta em matéria de concurso público e tudo por um valor irrisório comparado a outros cursos. Praticamente tudo que precisei achei ali ao alcance do mouse sentado aqui na minha poltrona. Não tem nada parecido aqui no Brasil. A mensalidade do EVP custa menos que aquelas apostilonas “especiais” para concursos que são vendidas pela internet e que, diga-se de passagem, só servem para escorar a porta para o vento não bater.

Termino agradecendo aos professores Hugo Góes, Cecília Menezes, Marcelo Bernardo, Gustavo Barchet, Sylvio Motta, Fabiano Sales, Brunno Lima e, claro, ao João Antonio por tornarem tudo isso possível. Todos tiveram papel fundamental na minha conquista.

Deixo meu email disponível para qualquer um que queira trocar informações, uma vez que pretendo continuar na luta para, quem sabe, alçar voos ainda maiores. Grande abraço!

 

Kleber Yoneyama

lord_aborigine@yahoo.com.br

Obstáculos são aquelas coisas assustadoras que você vê quando desvia o olhar da sua meta”.

 

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ELA ACREDITOU…E CONSEGUIU!!

Olá, meu nome é Kricia Quaresma, tenho 22 anos, moro em Barcarena no Pará, sou estudante.Gente, vim aqui para contar um pouquinho da minha história! No ano de 2008, comecei a fazer faculdade de farmácia, mas cursei apenas um ano. Em 2009 casei e engravidei, com isso ficou um pouco difícil dividir os estudos e a família.Minha família sou eu, meu esposo,meus dois filhos, o kayky e a laura, e meu enteado, Leonardo que mora conosco. Há mais ou menos um ano comecei a estudar para concursos. Fiz o concursos dos Correios, mas não consegui a minha aprovação. Em meio as tarefas de mãe, esposa e dona de casa, dividia o horário com os estudos. Meu esposso sempre foi quem sustentou a casa e quem me incentivo de perto, sempre disposto a investir nos meus estudos. Foi então que prestei concurso para assistente técnico da UFPA, me esforcei muito, mas infelizmente não deu. Foi uma grande decepção, acreditava que podia passar, mas foi aí que percebi o quanto ainda faltava amadurecer frente a concorrência. Ergui a cabeça e comecei novamente a estudar, mas dessa vez o obstáculo parecia enorme, era o tão falado: Técnico do Seguro Social. Estudava umas 6 horas por dia, mas sentia que faltava ainda alguma coisa. Certos pontos  das matérias não entendia direito. Neste momento, Deus colocou em meus caminhos o EVP. Logo que descobri pedi ao meu esposo fazer a minha inscrição e ele prontamente não se negou a  fazê-lá. Comecei a estudar intensamente. Foi aí, que esqueci o mundo! Gente fiquei uns quarenta dias sem sair de casa. Minhas companhias eram os livros, os professores do EVP e Deus que nunca me desamparou. Agradeço a todos do EVP imensamente, João Antônio, Marcelo Bernardo, Silvio Motta,…, e ao grande HUGO GOÉS. Fiquei tão conectada com as aulas que na última aula do Hugo Góes me sentia uma amiga tão próxima que chorei de tanta emoção com suas sábias palavras. Quero também destacar a primordial presença de Deus, nesta etapa em minha vida, Ele foi de fundamental importância em tudo que já conquistei ,e caros colegas, toda a honra e toda a glória só é digna ao seu Nome, pois foi Ele quem me capacitou e me levantou a cada dia desta batalha! Consegui, finalmente ser aprovada em quinto lugar na minha APS, onde havia 2595 inscritos!!! Gente, passava em primeiro e segundo lugar na maioria das APS do meu Estado! Nunca fiz nenhum curso presencial, pois na minha cidade não há. Todo o meu conhecimento veio de Deus e dos Professores do EVP!!! Por isso, João Antônio, hoje sou disseminadora desta idéia e receba meus aplausos por tão brilhante projeto!!! Só uma pessoa tão inteligente e capaz poderia ter tão grande feito! E quero dizer que este é apenas o começo, continuo a estudar e neste domingo tenho outra prova, esta do município de Belém. E creio que Deus me guiará para mais uma vitória, pois Ele é o meu fiel amigo!! Amigos, com esse meu depoimento quero que se fortifiquem e tenham fé, pois ao lado de Deus, com esta equipe, com disciplina e determinação, o céu é o nosso limite. E, vamos levar o nome do EVP aos quatro cantos deste Brasil, pois essa idéia deve prosperar! Pessoas infinitamente humanas, inteligentes e bondosas estão por trás desta causa e, nós como grandes beneficiados devemos lutar juntos com eles para que o EVP seja considerado sempre o melhor site com videoaulas para concursos!!!

Equipe EVP recebam meus singelos agradecimentos!!!!
Fiquem com Deus.

Krícia Quaresma

 

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MARIANA 4 X 0 CONCURSOS PÚBLICOS

Meu nome é Mariana Carvalho Machado, tenho 24 anos, nasci em Cruz das Almas, recôncavo baiano e moro atualmente em Salvador-BA. Sou enfermeira de formação, graduada em setembro de 2010 pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Atualmente faço Residência em Saúde da Família pela UNEB (um tipo de pós-graduação caracterizada como ensino em serviço, onde os residentes realizam estágio-trabalho nos serviços de saúde e recebem uma bolsa-auxílio por isso).

Agora, vou contar minhas experiências:

Descobri o EuVouPassar através de minha irmã que vem estudando para concursos. Ela criou uma conta no site e nós compartilhamos as aulas. Passei a assistir as aulas de português…

Em meados de julho de 2010 fiz o concurso para enfermeiro da Fundação Estatal de Saúde da Família (FESF), no qual fiquei na 4ª colocação na prova objetiva e na 40ª após a prova de títulos e no resultado final, entretanto eram somente 9 vagas. Não tinha sido dessa vez ainda…

Uma semana depois, fiz a prova para enfermeiro da prefeitura de Camaçari-BA na qual fiquei na 21ª colocação no resultado final. Eram somente 11 vagas, bati na trave de novo!

Em setembro de 2010, em meio a formatura, fiz a prova para a residência, a qual disponibilizava somente 3 vagas na área que eu queria. Não desanimei apesar da concorrência de 170 candidatos para cada vaga. Após realizar a prova, devido ao meu desempenho, acreditei que não seria aprovada… Porém quando o resultado saiu, foi uma surpresa: EU PASSEI!!! Nesta experiência o EVP foi de grande ajuda pra mim, relembrei tudo o que precisava da lígua portuguesa através das aulas do prof. Rodrigo e do prof. Marcelo Bernardo! CONSIDEREI ESTA, MINHA PRIMEIRA GRANDE VITÓRIA!

Mas a residência não era meu objetivo principal já que tem um prazo de duração limitado de dois anos e NÃO se constitui como serviço público. Assim que me formei, percebi que na minha profissão o melhor caminho era o serviço público que me daria a estabilidade e segurança que eu queria ao contrário do serviço privado, sendo assim, continuei de olho nos editais de concursos! 

Em meados do mês de maio, a prefeitura de Camaçari convocou 20 enfermeiros, como eu sou a 21ª, minhas chances de convocação são enormes  ( concurso ainda está válido)!! CONSIDEREI ESTA, MINHA SEGUNDA GRANDE VITÓRIA!

Inspirada em um colega aprovado, resolvi inscrever-me no concurso federal para ingressar na carreira militar, como enfermeira, na Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx).

A prova foi bem difícil e, por se tratar de um concurso nacional, de grande concorrência (309 candidatos por vaga) no qual também achei que não fui muito bem, após a correção do gabarito, pensei que nem classificada eu seria. Foram disponibilizadas 05 vagas para enfermeiros em todo o Brasil! Não acreditei quando saiu o resultado da prova, EU HAVIA FICADO EM SÉTIMA!! Apesar de não ficar classificada dentro do número de vagas, fiquei muito feliz e esperançosa já que as possibilidades de convocação são grandes! Realizei com êxito as outras etapas do concurso e atualmente aguardo a “ligação” para possível convocação.

Esta foi MINHA TERCEIRA GRANDE VITÓRIA da qual o EVP participou ativamente. Assisti as aulas de gramática do prof. Marcelo e as de Espanhol da profa. Marise Zappa. Aqui, só senti falta de algumas aulas de história e geografia…

MINHA QUARTA E MAIOR VITÓRIA, acabou de ser divulgada: http://www.gestaopublica.salvador.ba.gov.br/concurso/arquivos/resultado_final_sms.pdf . Ao mesmo tempo que estudava para o concurso do exército, também estudava para o da Prefeitura Municipal de Salvador, para o qual eu optei por uma das 192 vagas para enfermeiro do Programa de Saúde da Família, com concorrência de 60 candidatos para cada vaga, aproximadamente. E, finalmente, APROVADA NA 14ª COLOCAÇÃO, aguardo homologação e convocação. Assim, logo logo serei FUNCIONÁRIA PÚBLICA e o melhor, fazendo o que gosto!!!

Assisti as aulas do EVP dos profs. Marcelo Bernardo, Leite Jr. e João Antônio para o concurso de Salvador…

Não foi fácil, estudei muito e em muitos momentos desanimei, estive cansada, mas não desesperei. No final das contas perseverei no meu objetivo e deixei que somente ele guiasse minhas ações. Construí um cronograma semanal de estudos que seguia com disciplina. Além disso, o apoio das pessoas que amo também foi essencial nas minhas vitórias!

Em resumo: hoje, aguardo provável convocação de Camaçari, possibilidade de convocação pelo exército e CERTEZA de convocação pela Prefeitura de Salvador (basta a administração pública do município homologar o resultado).

Considero-me uma enfermeira de sucesso, realizada e muito feliz com meus êxitos!

À equipe EVP eu só tenho que parabenizar e agradecer, em especial aos professores Marcelo Bernardo, Marize Zappa, João Antônio e Leite Júnior! O site é excelente, muito organizado e com professores de grande qualidade.

Aos colegas concurseiros, persistam em seus objetivos, não desanimem quando não obtiverem sucesso em algum concurso. Saibam que assim como aconteceu comigo, Deus sabe o que faz e se a pessoa se esforça, se sacrifica e estuda direitinho, seu cargo público estará reservado!

P.s.: Minha irmã que apresentou-me ao site já é funcionária pública, mas busca um cargo melhor e continua seguindo firme o EVP. Também tenho outra irmã que usa ativamente o EVP, além de meu noivo! A qualidade do trabalho do EVP contagia as pessoas! rsrs

 

Abraços à todos e sucesso sempre!

Mari.

 

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THIAGO = VENCEDOR!!

Meu nome é Thiago Helton M. Ribeiro, tenho 23 anos e tenho uma história de muita superação para contar para os amigos do EVP.

Quando eu tinha 17 anos meu pai já me alertava que eu deveria prestar concursos públicos, para não correr risco de ser vítima da instabilidade do serviço privado como aconteceu com ele no passado. No começo eu não colocava muita fé na ideia, mas considerando que estava saindo do ensino médio e não teria condições de pagar uma faculdade, acabei embarcando nessa de concurso público. Foi ai que meu pai começou a me inscrever em vários concursos aqui em Belo Horizonte, destes que ofereciam cargos de nível médio, e comecei atirar pra todo lado. Logo quando fiz 18 anos, em 2006, quando concluí o ensino médio, passei no concurso do IBGE em 23º para assistente administrativo no censo de 2007. Era um cargo temporário, mas foi uma grata surpresa, não esperava passar tão rápido. Comecei a ter meu próprio dinheiro para comprar materiais, pagar um cursinho e prosseguir na jornada de concursos públicos.

Eu continuei prestando diversos concursos, em todas áreas, e ainda sem foco, pois precisava passar em outro concurso antes que acabasse o censo de 2007. Deus abriu outra porta e, em julho daquele ano, fui nomeado no concurso da MGS,  uma empresa pública que presta serviços ao poder executivo do estado de MG. Embora não tivesse um bom salário, e nem estava ocupando um cargo que me desse a sonhada estabilidade, eu já tinha um emprego garantido na administração indireta e mais tranquilidade para estudar e sair em busca de um cargo melhor.

Foi ai que entre vários concursos, biblioteca e cursinho, no início de 2008 eu já havia amadurecido minha visão para as carreiras públicas e resolvi focar os estudos na área jurídica, pois percebi que os conteúdos programáticos são semelhantes, e oferecem bons rendimentos para os servidores com nível médio, e era notável minha melhora, passando entre os excedentes e melhorando minha classificação, era só perseverar na fila que eu ia conseguir.

Mas neste ano de 2008, eu não imaginava a batalha que estava para começar na minha vida. Quando eu estava super focado nos estudos, agora focado numa carreira de tribunais, foi na manhã de 20 de novembro de 2008, às 6:40h quando eu saia para trabalhar na SEDESE/MG onde eu estava lotado pela MGS, fui atropelado por um carro em frente a minha casa, um grave acidente que me deixou tetraplégico até o momento.

Foram 54 dias no leito de uma UTI, respirando por aparelhos, perdi todos os movimentos do pescoço para baixo. Mas Deus começava ali a operar um milagre na minha vida. Alguns meses de fisioterapia fui me reabilitando, recuperei alguns movimentos e mesmo numa cadeira de rodas, agora com adaptações para escrita e digitação nas mãos resolvi retomar minha jornada de concurseiro. O físico podia estar abalado, mas psicologicamente Deus me capacitava para prosseguir.

Após 1 ano e 9 meses de interrupção, decidi retomar os estudos, mas ai surgiram novas dificuldades como, por exemplo, a dificuldade para um cadeirante encontrar cursinhos com acessibilidade sem falar nos autos gastos que agora eu tinha com a minha saúde. Foi que me lembrei que eu tinha cadastro no site do EuVouPassar que antes do acidente eu já utilizava como material complementar. Assumi o compromisso de me dedicar com aquilo que eu tinha em mãos, bons livros, algumas apostilas, internet e o EVP que trouxe qualidade e mais motivação sem eu sair do meu quarto, se tornando nesse momento um dos meus principais recursos!

No final de 2009 resolvi fazer o concurso do TRT 3ª, o meu primeiro concurso após após o acidente, fui eliminado. Mas fiquei extremamente feliz pois consegui fazer a prova sozinho, dispensando o fiscal que ia me ajudar a marcar o gabarito, inclusive! E no natal daquele ano saiu o tão esperado edital do TJMG 1ª instância, daí eu determinei É ESSE!

Planejei, coloquei toda minha força, foram 6 meses até a prova, o site do EVP participou de todo esse processo, com destaque para o professor Marcelo Bernardo de Português que sem saber me ajudou muito! Mas como diz a palavra do Senhor, toda as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, e um outro professor aqui de BH ficou sabendo da minha história e consegui uma bolsa presencial para o preparatório do TJMG no curso PROLABORE, tenho que citá-lo sempre ao contar minha história, pois é o único aqui na capital mineira que oferece 100% de acessibilidade em estrutura física aos colegas deficientes e me possibilitou chegar no dia da prova em grau de competição com qualquer outro candidato bem preparado.

E foi assim, com muita fé em Deus, muito esforço e  disciplina, consegui subir meu nível de aproveitamento dia após dia e nesse TJMG passei em 3º lugar. Fui nomeado em 2011 e hoje sou servidor efetivo na comarca de Belo Horizonte. Ainda não estou satisfeito, quero e sei que posso ir mais longe, mas o TJ nesse momento me trouxe qualidade de vida, a tranquilidade de uma carreira estável, e trabalho no Fórum apenas 6h por dia, perto de casa e do campus da PUC MINAS onde estou cursando a faculdade direito.

Não parei por ai, ainda ligado no EVP fiz uma boa prova do MPU em 2010, neste fiquei em 8º lugar dentre os deficientes no estado de MG, resultado que me motivou muito a continuar no mesmo ritmo, agora em busca de uma carreira federal, e vou chegar lá!

Tem sido assim, Deus tem me restaurado cada dia, e não paro de lutar, minha jornada está apenas no começo e a “saga continua”…

Tenho um vídeo no youtube com a história da minha reabilitação http://www.youtube.com/watch?v=Eobktkx7nyM

Tenho também o twitter para quem quiser acompanhar https://twitter.com/thiagohelton

PS: Não parem nunca com o EVP vocês não fazem ideia da importância do site na vida dos colegas que dependem de estudar em casa… PARABÉNS!

Um forte abraço!

Thiago Helton

 

 


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